Crítica | Com Tiago Leifert, Big Brother Brasil ganha novo fôlego


Se fomos parar para analisar, o Big Brother Brasil é uma prova de resistência que dura três meses. E nós, estávamos acostumados com o mesmo formato há dezessete anos, desde a primeira edição do programa quando Pedro Bial fez contato com a casa mais vigiada do Brasil pela primeira vez.

Quando o apresentador deixou a apresentação do programa, temi por Tiago Leifert. Não pelo fato de o apresentador ser ruim, mas sim pelo fato de o Big Brother Brasil ser quase uma marca do Bial. E desde que a temporada atual estreou eu percebi o quanto estava equivocado.

Tiago Leifert na estreia estava nervoso, inseguro, algo normal quando se assume um novo cargo. Mas algo tinha mudado, e não foi apenas o apresentador. A mudança foi boa em todos os sentidos, saiu da mesmice, trouxe um ar de renovação ao formato que já estava se esgotando.

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Muitos vão falar que o programa não é mais o mesmo, mas esquecem que com todas as mudanças, essa é a intenção. Bial fez um trabalho extraordinário durante dezesseis edições, mas isso não quer dizer que Tiago não esteja fazendo, muito pelo contrário, mudanças são sempre bem-vindas, e Tiago está provando com o Big Brother Brasil que não basta ter carisma, tem que ter talento para segurar a barra que é apresentar um programa como o BBB.

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